Fique por dentro

Notícias

Santuário São Francisco de Assis acolhe os animais no dia do padroeiro

Milhares de bichinhos de estimação receberam a benção na solenidade Há mais de 30 anos o Santuário São Francisco de Assis no dia do padroeiro, celebra a missa com benção dos animais, e este ano não foi diferente. Cães, gatos, calopsitas, canários, jabuti, coelhos e pessoas com vários cachorros encheram a casa de Deus na solenidade ocorrida na última sexta-feira (4) na nave da igreja. Os freis celebraram durante todo o dia e para aqueles que não puderam ficar, havia uma tenda do lado de fora com o mesmo objetivo.A manhã da sexta-feira começou movimentada no santuário. Latidos, miados, canto de pássaros, eram os fiéis trazendo seus pets no dia de São Francisco de Assis. Cerca de 200 crianças do Infantil III ao quinto ano da Escola Sagrada Família Casa do Menino Deus, que fica do lado do santuário, participaram do ato litúrgico. “Nós sempre trazemos eles para a missa, desde a fundação da escola, em 1991, e quando sabem que virão ficam muito felizes”, conta a pedagoga Edineide Pereira. O Orlando Bezerra, aposentado, morador da Asa Norte, trouxe a Amora, uma buldogue francês de 4 aninhos. Há uns três anos ele vem para a cerimônia eucarística com benção dos animais, mas é a primeira vez de Amora no local. Ele é grato a Deus e espera receber a graça dela conseguir enxergar de pelo menos um dos olhos, pois é totalmente cega. “Fé que isso possa acontecer e vir aqui também me deixa com uma boa sensação”, conta.Já a Ana Cristina, publicitária, também residente na Asa Norte, levou seus três passarinhos, uma gasparini chamada Laisa de menos de um ano, duas calopsitas machos, o Lorde Dim e o Príncipe George ambos de dois anos. Ela fala que as duas raças de passarinhos são inimigos na natureza, mas que no caso dela, eles se dão bem. “A calopsita aproveita e pede carinho para ela”, comenta de bom humor. Catarina de Jesus, estudante, moradora do Noroeste trouxe a Masha de 8 meses para sua primeira celebração. Catarina relata que há pouco mais de um mês ela e sua golden retriever foram atacadas por um pitbull no condomínio que moram. “Ela ficou muito machucada, fomos ao veterinário e teve que tomar várias vacinas e eu pedia muito para São Francisco por sua melhora” e completa com alegria de poder traze-la para a igreja no dia em que celebra o seu aniversário. Na parte da tarde, pais buscavam seus filhos na escola e vieram para a missa. Mais uma vez, as crianças da Escola Sagrada Família Casa do Menino Deus marcaram presença, mas desta vez, escutaram sobre a vida de São Francisco de Assis. O cão dos freis visitou a igreja, é um golden retriever de 3 anos chamado Bonaventura. Foi uma doação de quando ele tinha três meses.   View the embedded image gallery online at: http://ssfa.com.br/fique-por-dentro/noticias?start=90#sigProId7bb2394c1e

Saudação do Ministro Geral, Frei Carlos Trovarelli, pela solenidade de São Francisco de Assis

Caros irmãos, nesta solenidade quero dirigir a cada um de vocês e a cada pessoa que nos acompanha no nosso caminho de fé, os meus melhores sentimentos. Memória oportunaHá pouco mais de três meses, depois de concluir o 202º Capítulo Geral Ordinário, o cardeal Angelo Comastri em sua homilia nos lembrou a experiência de fascínio e profunda emoção experimentada por nosso seráfico pai São Francisco diante da humildade de Deus, fazendo vibrar nossos corações. "Tu és humildade", ressoou na Basílica Papal de São Pedro, enquanto todos os frades da Ordem acolhiam o convite para serem verdadeiros discípulos de Jesus, procurando viver a mesma humildade de Deus; humildade que se manifestou na encarnação, na pessoa de Maria e na existência de São Francisco.Na mesma homilia, o cardeal aprofundou a experiência do irmão de Assis, que não só ficou deslumbrado com a encarnação do Senhor, mas também diante da cruz, na qual contempla o amor de Deus. De fato, para Francisco, a crucificação revela a qualidade da onipotência de Deus: onipotência de amor.O Cardeal Comastri também enriqueceu sua reflexão, dando-nos dois exemplos contemporâneos: o de uma pessoa leiga distante do mundo eclesial, que aconselhou seu amigo Papa Paulo VI a "preparar na Igreja pessoas boas e misericordiosas, humildes e mansos, serenas e capazes de amar a todos e dialogar com todos... porque já existem tantas pessoas inteligentes e cultas no mundo, mas faltam pessoas boas”. Depois, a do cardeal Schuster, que deixou como herança aos seus seminaristas, a certeza de que "hoje, o mundo não é convencido pela nossa pregação, mas pela santidade, diante da qual as pessoas acreditam, inclinam-se e oram".Por sua vez, o Papa Francisco, durante a audiência realizada no mesmo dia, compartilhou com os frades capitulares os aspectos do carisma franciscano que ele considera mais importantes:• O Evangelho como um modo de vida (não como algo apenas a ser pregado!);• O ouvir o evangelho como fonte de todas as manifestações da vida franciscana;• A missão como exegese viva da Palavra e assimilação da Palavra como uma via de conformação da nossa vida a Cristo;• O seguimento de Cristo em fraternidade;• A fraternidade como um dom que deve ser acolhido com gratuidade e como uma realidade acolhedora, onde os frades se encontram e compartilham a vida, e também como um espaço e pausa cotidiana para cultivar o silêncio e a contemplação; fraternidade onde todos são igualmente irmãos; escola de comunhão que se alimenta de oração e devoção;• A minoridade, vivida conforme o exemplo do Senhor, ou seja, à maneira de servo, escravo de todos, sem ambição, longe da tentação do poder; minoridade que é uma denúncia profética da lógica do mundo;• A paz, entendida como reconciliação e harmonia conosco, com os outros e com Deus; reconciliação que gera misericórdia e misericórdia que regenera a vida.Algumas imagensQueria recordar as duas intervenções "eclesiais" que acompanharam a conclusão do nosso último capítulo, para que todos possamos voltar a ele e, com a ajuda de Deus, meditá-los e vivê-los. Não quis recordar a reflexão que nos acompanhou no início do capítulo, aquela do cardeal Luis Antonio Tagle. No entanto, tentarei imitar um pouco o método que ele usou: servir-se de algumas imagens (certamente mais simbólicas que analíticas) para expressar algumas convicções sobre nosso carisma. Primeira imagem: "protegidos pela Santa Madre Igreja" (ou "o dom do carisma")Lembrando que no dia 17 de junho, me passou pela cabeça a cena em que o bispo de Assis cobriu a nudez de São Francisco com sua capa, para protegê-lo e, ao mesmo tempo, confirmá-lo em seu propósito, que não era outro que chamar Deus de "Pai" e viver o Evangelho. A interpretação é clara: deixamos tudo para seguir o Senhor, devolvendo tudo ao mundo; nos despojamos do "velho homem" para colocar o hábito do Evangelho vivido em fraternidade. Nisto, a Igreja nos confirmou nesses santos propósitos. No entanto, com certa facilidade, frequentemente mudamos o sentido da nossa nudez e, consequentemente, tentamos nos cobrir com "roupas" que - talvez - consideremos mais atraentes.Nesta festa de São Francisco, convido cada frade e cada fraternidade a se alegrar na beleza de nosso carisma, a sentir o coração transbordar com tanta graça e a descobrir - com uma autocrítica saudável - se nossa "nudez original" não foi substituída por outra nudez; nudez pedindo para ser coberta por roupas que não nos pertencem ou que não significam o que prometemos viver. Uma e outra vez nos despojamos de tudo o que nos afasta da beleza do nosso carisma. Não desprezemos o dom de Deus. Não tenhamos medo de voltar sempre à originalidade do carisma.Confirmados pela Igreja, revestidos de carisma, constituídos em fraternidade, protegidos por Deus Pai, mais uma vez pronunciamos nosso propósito: viver o Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Segunda imagem: "os olhos e seu mistério" (ou "a simplicidade que fascina")Nos primeiros dias do meu ministério, tive a oportunidade de visitar vários conventos. Em um desses, em algum lugar do mundo, algo simples - e ainda especial - me comoveu. Um frade em idade avançada, que podemos considerar "desconhecido e oculto", mostrou-me muito orgulhoso o seu convento e me contou a história do lugar, daquela comunidade e, em particular, de seu trabalho. De fato, enquanto tantas coisas aconteciam no mundo, com o passar dos anos e tantos paradigmas sociais, ele trabalhou na gráfica do convento e evangelizou a partir daí. Foi uma experiência forte, como se eu "visse" em seus olhos claros e em seu olhar transparente o reflexo dessa história. Então, aos olhos dele, eu também descobri um mistério: por muito trabalho, pelo esforço naquela gráfica, seus olhos foram quase completamente consumidos. Esse confrade - na verdade também um missionário - passou a vida e os olhos vivendo com simplicidade, em fraternidade e em frutuoso trabalho.Nossa diligência, o tipo de trabalho que nós frades realizamos amplamente na Ordem, é - graças a Deus - muito variado: todo tipo de trabalho pastoral, trabalho social, trabalho acadêmico, trabalho manual, serviços em várias estruturas eclesiásticas, outros serviços, empregos remunerados, empregos produtivos para o sustentamento econômico, etc. Vivemos do nosso trabalho e, com o nosso trabalho, evangelizamos. Lidamos com muitas coisas, sempre como verdadeiros irmãos menores: com simplicidade, a partir da fraternidade, para servir a fraternidade e - através dela - a Igreja e o mundo.Francisco sentia grande emoção diante da humildade de Deus. Mas, não apenas isso! Sua experiência evangélica começou como um simples construtor, construindo algumas igrejas com o trabalho de suas mãos. Também sinto grande emoção sempre que descubro - como neste confrade - que vale a pena nos consumir para gerar vida, para anunciar ao mundo o kerigma da salvação. Terceira imagem: "convidados" (ou "desapropriação como estilo")Somos peregrinos no mundo, nossa obediência nos coloca à disposição para as mudanças. Além disso, alguns de nós foram encarregados da tarefa de visitar a Ordem e diferentes partes do mundo. Como ministro, tenho a responsabilidade de visitar tantos lugares e me enche de alegria quando encontro e conheço cada frade, cada cultura, cada nação, cada costume. O mundo não passa simplesmente na minha frente, mas passa pelo meu coração. A diversidade me emociona e - ainda mais - por estar ciente do fato de que, sendo tão diferentes, formamos e somos uma grande família. Vivemos no claustro que é o mundo e em todos os lugares nos sentimos em casa.Uma das características do nosso carisma é justamente a desapropriação: nisso somos menores. Temos consciência de sermos hospedes: nada nos pertence, apenas andamos e servimos a todos "porque é belo", na gratuidade. Nós não dominamos o mundo, mas o habitamos. Caminhamos "pedindo permissão" para "pisar" as terras sagradas, a dos irmãos, do Povo de Deus, a das pessoas, a das culturas. Nada e ninguém nos pertence. E somos livres para amar com o amor de Deus. Em nosso caminho, porém, todos corremos o risco de perder essa característica do nosso carisma. A apropriação joga contra nós, e isso se manifesta não apenas em "ter", mas também em todo tipo de poder.Em nossa Ordem, pode acontecer de vender nossa rica herança, que é a liberdade evangélica, a preço baixo do poder. O poder distorce seriamente a fraternidade, o poder distorce nossa disponibilidade, o poder desfigura a face do irmão, o poder distorce a paisagem do mundo em que habitamos.Queridos irmãos, voltemos sempre a sermos hospedes, como o irmão de Assis que estamos celebrando. Nós não somos donos da vida, nós a vivemos; não somos donos da fraternidade, compartilhamos a vida com os irmãos; não somos donos das tarefas que nos foram confiadas, mas somos responsáveis e servos; não somos senhores da liturgia, simplesmente habitamos o seu mistério (não nas vestes!); não somos donos da comunidade eclesial, somos parte dela (se presidimos a comunidade, fazemos na caridade, não como donos!); não somos donos do ministério, somos simplesmente ministros; não somos donos do "sagrado", entramos nele; não somos patrões da história, a assumimos. Quarta imagem: "a criança e a terra" (ou "harmonia com o mundo")Há algum tempo, enquanto visitava uma área missionária, eu estava andando em uma rua muito simples, em um país igualmente simples, e vi uma pequena menina descalça, com as mãos e os pés empoeirados e com um pedaço de tijolo que trazia a boca. Havia uma interação completa entre a terra e a criança. Com esta imagem, não pretendo fazer moral com uma análise social, cultural ou sanitária. Gostaria apenas de apresentar uma imagem que, de maneira semelhante, nos acompanha em todo o mundo. É a imagem da pobreza? É a imagem de todos os pobres do mundo? É a imagem da inocência? É a imagem de uma vida simples, do simples ser humano, do "homem comum"? É a imagem da natureza? Acredito que é tudo isso, mas gostaria de me concentrar, em particular, no significante "pobreza", que nos aproxima de outro significante "minoridade", próprio do nosso carisma. "Os pobres sempre terão convosco" (Mt 26,11). Em todos os lugares, os pobres, as pessoas comuns, a vida "terra-terra", a vida cotidiana, fazem parte de nossas fraternidades. E isso é um dom. São Francisco se casou com a Senhora Pobreza e escolheu caminhar e terminar seus dias em contato com a terra.Em todo o mundo, tive a oportunidade de ver cenas semelhantes: sempre há uma "criança" em contato com "a terra", às vezes por opção, outras pelas injustiças do mundo, outras pela cultura e outras por desígnios misteriosos de Deus. "A criança e a terra" talvez nos pode fazer lembrar o estado original de criação e do mistério da história, dos povos, da natureza, da sociedade. Somos chamados a interpretar esses mistérios com a Palavra e em fraternidade, a nos envolver com o mundo, a criação, os pobres, os jovens, com a vida. Como disse o Papa Francisco, somos chamados a ser "exegese vivente da Palavra". A Palavra ilumina e interpreta nosso compromisso com a vida. Palavra e minoridade nos tornam amigos com a terra e com todas as suas eventualidades. Quinta imagem: "a mesa" (ou "a originalidade do Filho")Poucas coisas nos reúnem mais do que a mesa. Quando chego a um lugar, a "mesa" é sempre o ponto de referência em torno do qual é criada uma relação fraterna. Muitas vezes tenho que presidir as refeições, mas - em qualquer caso - a mesa permanece sempre o "mistério central" em torno da qual gravita a vida de uma fraternidade. Se trata daquela mesa cotidiana, na qual “comer” torna uma oportunidade para fortalecer a vida fraterna. A mesa acolhe não apenas os momentos de almoço e jantar, mas também os Capítulos Conventuais, o diálogo entre os frades, os momentos de planejamento e trabalho, os grupos e os convidados. Porém, somente a mesa Eucarística contém todas as mesas e todos os elementos, todas as pessoas e todas as suas expectativas e esperanças. A mesa eucarística - disse o cardeal Tagle - contém "pão e história", e nela toda a fraternidade tem sua origem; nesta mesa nos vem dado o significado de tudo e de todos.A mesa Eucarística é conteúdo, força e critério. Lamento ver que muitas fraternidades se privam da Concelebração Eucarística! Na mesa eucarística somos todos equidistantes do amor do crucificado; equidistantes da festa que nos nutre e ao mesmo tempo nos constrói. Todas as mesas possuem aquele mistério "central", que acrescenta um "mais" que nenhuma forma de individualismo pode jamais gerar. Talvez esse "mais" da mesa não seja aprendido, mas certamente é sabedoria; sua sabedoria é a dos povos humildes que talvez não consigam correr rápido, mas sabem caminhar juntos.A mesa é o lugar onde todos podem entrar, "especialmente os pobres", disse o cardeal Tagle; porque à mesa dos pobres, a dignidade nunca é dada pela qualidade do que está, mas pela humildade de todos os que dela fazem parte, para que haja sempre espaço para mais um hóspede. Era isso que quis o Filho de Deus incluindo a todos.Sonho com uma Ordem que esteja sempre em torno de uma mesa; sonhe grandes mesas onde todos têm algo a dizer e algo a aprender; sonho com uma mesa aberta para os pobres; sonho com uma mesa em que todos possamos reconhecer o pão partido, enquanto na fraternidade, fazemos uma só história.Queridos irmãos, ajudemo-nos mutuamente no cuidado constante do carisma ao qual fomos chamados. Não vamos largar os braços! Ao celebrar essa solenidade, celebramos a graça de ser Frades Menores Conventuais neste momento, nesta história, neste mundo! Feliz Festa do Seráfico Pai São Francisco! Roma, 04 de outubro de 2019Frei Carlos A. Trovarelli, OFMConv. (Ministro Geral)Tradução Frei Luis Felipe C. Marques, OFMConv.   Fonte: franciscano.org.br/comunicacoes/noticias/

Em Vigia (PA), durante o Círio de Nazaré, o Frei Nasareno celebra os seus de 50 anos de vida

Entre os dias 04 e 24 de setembro, o Frei José Nasareno saiu de Brasília para visitar a sua cidade natal, Vigia de Nazaré, no Pará. Neste período, o frade aproveitou para comemorar o seu jubileu natalício na mesma ocasião em que se recorda o Círio de Nazaré, a tradicional festividade paraense que ocorre desde o período colonial. Junto a amigos, familiares e a comunidade que foi batizado, ele comemorou os seus 50 anos. Com uma grande trajetória na cidade, Frei Nasareno marcou a vida de muitas pessoas. O apreço que os moradores têm por ele é perceptível na quantidade de convidados em seu aniversário, em que estiveram presentes mais de 170 pessoas.Logo no dia seguinte (8) o frade celebrou a Santa Missa que abriu o 322º Círio na cidade de Vigia, o berço da festividade que, desde 1697, o padre jesuíta Serafin Leite já relatava a existência. A Eucaristia foi presidida por ele na Igreja de São Sebastião, no bairro de Arapiranga. “O Círio mais conhecido é o de Belém, mas foi na terra em que fui batizado, Vigia, em que nasceu esta devoção à Nossa Senhora de Nazaré”, afirmou o frade. Frutos de uma vida de obrasAntecedendo as festividades do Círio, no dia 06 de setembro, Frei José Nasareno presidiu uma Santa Missa na Basílica de Nazaré, em Belém. Lá reencontrou também os irmãos da Ordem Franciscana Secular (OFS), os membros da Juventude Franciscana (JUFRA) e integrantes da Juventude Mariana (JUMAR), movimento fundado por ele. Além disso, o frade aproveitou este período para divulgar a canonização da Irmã Dulce, que realizará no dia 13 de outubro no Vaticano e na qual, Frei Nasareno representará a Província. Estiveram presentes ainda um grupo de peregrinos do Santuário Nossa Senhora das Candeias, Bahia, e também do Santuário São Francisco, de Brasília. Fonte: franciscano.org.br/comunicacoes/noticias/

Última Catequese Familiar do ano

No último sábado (31) e domingo (1) a Pastoral Catequética do Santuário São Francisco de Assis promoveu a Catequese Familiar com os temas “A terceira morada do castelo interior de Santa Teresa de Jesus” e “As sagradas escrituras”. Foram dois dias de palestras com frei Wagner e um membro da pastoral que promoveu o evento. Também tiveram dinâmicas e lanche coletivo.

Mosteiro de Santa Clara do Deus Trino: celebrada a Festa de Santa Clara de Assis

Foi celebrada no último domingo (11), às 10h, a Santa Missa Solene em ação de graças à Festa de Santa Clara de Assis, no Mosteiro de Santa Clara do Deus Trino, em Brazlândia (DF). Com a igreja lotada, as pessoas se organizavam para participar da celebração tanto do lado de dentro, quanto fora. Estiveram presentes muitos fiéis, Irmãs Franciscanas da Sagrada Família em clausura e membros da Ordem Franciscana Secular (OFS). A Eucaristia foi presidida pelo Ministro Provincial, Frei Marcelo Veronez (OFMConv.) e concelebrada pelo Frei Bernardo Vitório (OFMConv.), o diretor espiritual das Clarissas no Mosteiro, o Padre Massimo Catterin da Nunciatura Apostólica e ainda o Padre Xavier Batista da Canção Nova. Compondo a Liturgia, estiveram algumas irmãs da Clausura e também os frades da Casa de Formação de Pós-Noviciado “São Francisco de Assis”. Em nome das Clarissas, o Frei Bernardo acolheu o Ministro Provincial e os outros celebrantes. Em sua homilia, o provincial falou sobre os três pontos de Santa Clara que devemos prestar atenção. “A resiliência clariana não se trata de aceitar a dor, mas sim de enfrenta-la e tirar dela um aprendizado. Assim como a Santa o fez durante sua vida”, explicou o Frei Marcelo. “A altíssima pobreza de Santa Clara”, continuou ele “refere-se ao seu desapego pelas coisas materiais, tal qual o Pobrezinho de Assis. Ela livrou-se dos bens deste mundo para libertar-se de si mesmo” disse. Concluindo a sua mensagem, o provincial disse “e, por último, está a alegria de Santa Clara de Assis. O grande produto da resiliência e da liberdade é a própria felicidade. O quanto mais buscamos ser transparentes, mais felizes somos”, concluiu ele.   Fonte: http://www.franciscano.org.br/comunicacoes/noticias/item/1461-mosteiro-de-santa-clara-do-deus-trino-celebrada-a-festa-de-santa-clara-de-assis 

Mártir da Caridade: Festa de São Maximiliano celebrada no Convento e Santuário Jardim da Imaculada

No dia 14 de agosto, a Igreja celebra a Festa de São Maximiliano Maria Kolbe, o mártir da caridade (clique aqui e saiba mais). Fundador do apostolado que mais tarde viria a ser chamado de Milícia da Imaculada (MI), o santo queria conquistar o mundo para Cristo pela Imaculada. Ao chegarem ao Brasil, os primeiros missionários da futura Província São Maximiliano Kolbe, buscando continuar a obra Kolbiana, fundaram então na década de 1970 o Convento e Santuário Jardim da Imaculada, na Cidade Ocidental (GO). Para festejar o padroeiro da Província e do Santuário, foi celebrada ontem (14) uma Santa Missa e, como já é uma tradição aos frades e formandos da região de Brasília e entorno, anualmente, nesta data, todos se reúnem no Jardim da Imaculada para celebrar a Festa Kolbiana e refletirem sobre a obra e os ensinamentos do Santo. A Eucaristia foi presidida pelo Ministro Provincial, Frei Marcelo Veronez (OFMConv.); e concelebrada pelos frades Amilton Nascimento (OFMConv.), Fabrício Nogueira (OFMConv.), Geraldo Leite (OFMConv.) e Wagner Faustino (OFMConv.). Estiveram presentes ainda alguns fiéis benfeitores das obras provinciais. Em sua homilia, o provincial falou sobre as necessidades atuais da Igreja e de como precisamos de pessoas criativas e pessoas que tenham atitude, destacando como São Maximiliano foi exatamente os dois tipos de pessoas. “A criatividade falada não serve pra nada. Ela precisa ser projetada”, explicou o Frei Marcelo. Ainda nesta perspectiva, o Frei Marcelo destacou duas fotos históricas do mártir da caridade: 1 – o Santo trabalhando em alguns projetos e circundado por uma enorme papelada; 2 – acompanhado de muitos outros sacerdotes, o Santo está com uma bicicleta, o que representa sua ação e atitude para pôr em prática o que havia planejado. “São Maximiliano deu trabalho ao seu provincial”, afirmou Frei Marcelo. “Ele estava sempre com ideias novas. Ele estudava e projetava. Assim, estava sempre à frente do seu tempo. Pensar em uma revista naquela época foi uma inovação. Planejar missões ao Brasil no início do século XX também foi uma novidade para o seu tempo”, concluiu o provincial. O Presidente Nacional da MI, Marcelo Menezes, fez uma pequena homenagem a São Maximiliano, tratando de sua importância para a difusão do Dogma da Imaculada. A Santa Missa também foi ocasião para que o Frei Fabrício confraternizasse com seus irmãos os seus 14 anos de Vida Religiosa. Em seguida, foi realizada a procissão e bênção da Imaculada Mídia Web. Logo após, os frades partilharam de um almoço fraterno e a tarde foi dedicada para momentos de lazer e convivência.   Imaculada Mídia Web São Maximiliano Maria Kolbe é considerado o Patrono da Imprensa, já que o fundador da Milícia da Imaculada valorizava a força dos meios de comunicação para a evangelização. Desta forma, desde o Capítulo Provincial de 2015, foram definidos alguns objetivos a serem alcançados no Convento e Santuário Jardim da Imaculada. Então o Frei Amilton Nascimento (OFMConv.) trabalhou durante 1,2 ano em um projeto para seguir a Missão e os ensinamentos kolbianos. Assim, foi inaugurado nesta Festa de São Maximiliano a “Imaculada Mídia Web, um trabalho que que se concretizou nos estúdios de rádio e TV com transmissão online de programas de entretenimento, informação e evangelização que auxiliem na propagação do Carisma Franciscano.   Fonte: http://franciscano.org.br/comunicacoes/noticias/item/1459-martir-da-caridade-festa-de-sao-maximiliano-celebrada-no-convento-e-santuario-jardim-da-imaculada 

Cripta do santuário é reformada

As obras só podem ser feitas graças a generosidade da comunidade franciscana Nas últimas três semanas de julho, a cripta do Santuário São Francisco de Assis passou por uma reforma.As paredes lixadas receberam um novo grafiato. O teto e as ferragens do portão da igreja também foram pintadas. As atividades, adoração silenciosa, celebração da santa missa e o terço dos homens já voltaram a ocorrer na cripta.As próximas obras devem começar em agosto com modificações na cozinha do Convento. Também estão inclusas a sala 0, refazer todos os bueiros de esgoto e águas pluviais e a troca de pastilhas vermelhas da torre. Neste ano, além dessas reformas, foi construído um depósito ao lado do salão paroquial, churrasqueira e a alteração do telhado das salas. Graças as doações dos paroquianos é que as obras são possíveis. Agradecemos a todos que ajudaram e ajudam. Paz e bem!

Santuário homenageia os avós

Os avós foram presenteados com livro e marca página   A Pastoral da Pessoa Idosa, em parceria com a Pastoral Familiar e Catequese, promoveu no domingo, 28 de julho, uma carinhosa homenagem aos avós da Comunidade do Santuário São Francisco de Assis.As comemorações iniciaram com a missa dos avós e em honra a São Joaquim e Sant’Anna, avós de Jesus, dos quais a Igreja recordava a memória. A celebração foi presidida pelo Pe. José e concelebrada por Frei Wagner. Pe. José, em sua homilia, proferiu sábias palavras sobre a importância dos avós na vida dos seus netos e netas. Como exemplo, citou: São Joaquim e Sant’Anna, pais de Nossa Senhora e avós de Jesus – “Nossos avós”.Convidou a assembleia a refletir sobre o papel do cristão no cuidado e atenção aos idosos, dando ênfase aos que se encontram em estados de fragilidades: abandono, solidão, pobreza entre outros.Em seguida, foi oferecido um almoço festivo no salão paroquial. Participaram aproximadamente 350 pessoas: entre avós, netos e membros de nossa comunidade. Foi um momento de muita alegria. A Catequese, durante o almoço, preparou uma emocionante homenagem aos avós, com música ao vivo. Eles também foram presenteados com um livrinho de orações e marcador de páginas e por fim, duas imagens de Sant’Ana sorteadas.Paz e Bem!

Diálogo entre católicos e mulçumanos é tema do último dia do Simpósio Franciscano

A manhã foi marcada pelo debate e pela celebração inter-religiosa “O encontro entre Francisco e o Sultão hoje: o diálogo entre cristãos e muçulmanos”, tema do último dia do Simpósio Franciscano: 800 anos do encontro entre São Francisco e o Sultão. O evento ocorreu na última quarta-feira (10) no auditório do Instituto São Boaventura (ISB), promotor do evento juntamente com a Conferência da Família Franciscana do Brasil (CFFB). Como participação do Santuário São Francisco de Assis, o frei e mestre Rafael Normando (OFMConv.) marcou presença com o doutor Cláudio Fonteles (OFS). Para completar a discussão, o doutor em ciência Islâmica, Amara Chandoul e o estudante de jornalismo da UnB, Abdul Rashid.A manhã começou com as palavras do frei Rafael a respeito do tema: diálogo, de que São Francisco de Assis pregava que devemos escutar o outro, não de maneira superficial. “O diálogo deve existir para o conhecimento. É preciso saber quem sou eu e o outro”, explica.Também citou o Concílio Vaticano II, importante documento da Igreja Católica, que sugere o diálogo inter-religioso. O doutor Cláudio se referiu a declaração conjunta assinada pelo papa Francisco e o Grande Imam de Al-Azhar Ahmed Al-Tayyib tratando-se de um trabalho entre o catolicismo e o islamismo para promover a paz. Se baseiam nestes três pontos: adotar a cultura do diálogo como caminho; a colaboração comum como conduta; o conhecimento mútuo como método e critério, o que é respeitado há 800 anos.Já o Adbu saldou os presentes, entre eles franciscanos, seminaristas e leigos, como na tradição islã. Aproveitou o momento para falar sobre a cristianofobia e islamofobia, realidade vivida pelas duas religiões. “Muitas vezes somos vistos como aqueles que atacam”, diz. Ao final o público fez perguntas que culminavam em respostas envolvendo a mídia, sua influência e a inversão de valores, entre outros assuntos.Encerrou-se o simpósio com a celebração inter-religiosa com leituras, cantos e preces à Deus.Paz e bem!

Santuário recebe exposição mariana

Mais de mil pessoas visitaram na última semana de maio “Achei a exposição bem organizada e por ser de Nossa Senhora nos traz ternura e amor”, conta Francisca Teresa, uma das visitantes da exposição “Títulos de Nossa Senhora: história, santuários e imagens” que ocorreu na última semana do mês de maio no salão do Santuário São Francisco de Assis. Foram mais de 50 títulos que os fiéis puderam conhecer e ter mais contato com a Mãe de Jesus. A convite do frei Nasareno a Rita de Sá Freire, curadora e autora do livro que recebe o mesmo nome, se dedicou a este trabalho para difundir os conhecimentos que tem para os demais. Mais de mil pessoas desfrutaram destes nove dias de evento no mês dedicado a Mãe de Deus. Entre os visitantes, mais de 18 turmas de catequese estiveram presentes. A paroquiana Cláudia Batista que é devota de Nossa Senhora das Graças, achou a exposição interessante. “Maria se mostra de acordo com a cultura local e isso é único”, relata. Rita de Sá Freire, curadora da exposição, recebeu o convite do frei Nasareno para realizar o evento já que sempre faz atividades para celebrar Nossa Senhora. Já que ela tinha muitas imagens de Maria em casa, cerca de 50, aceitou o pedido. “Tudo é Dela. O que ela pedir estou fazendo” relata com alegria.  Por ser consagrada a Nossa Senhora e ser atuante nos eventos dedicados a Ela, Rita pretende continuar a exposição de forma itinerante, acrescentando mais 25 títulos, “se Deus permitir, é claro”, esclarece Rita. Frei Nasareno comenta que a exposição foi instrumento de evangelização. “Nossa Senhora faz parte da vida cristã e da comunidade e Ela é modelo para os cristãos. A influência para a vida eclesial do Santuário foi animação da fé e da devoção dos fiéis que vieram a exposição, se encantaram e emocionaram”, finaliza.